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terça-feira, 20 de julho de 2010

Simpósio Internacional de Contadores de Histórias 2010



O Simpósio Internacional de Contadores de Histórias 2010 acontece de 29 de julho a 1º de agosto. As inscrições para as oficinas são gratuitas e o participante poderá fazer até quatro oficinas. Confira:


29/07 (quinta-feira)
14h30 às 17h30
1- A narração de histórias e suas implicações pedagógicas - Sergio Bello/SC 
2- Tecendo sons, criando histórias – vivências sonoras para narração - Adriana Milet/PE
3- Promovendo a leitura a partir da oralidade -Pavis Pavós (Espanha)
 4- Narrativa de contos, narrativa de vida - Cláudia Beatriz Fonseca/RJ
 5- Escrevendo imagens, contando histórias – processos e vivências na criação e narração - Luciano Pontes/PE


 18h30 às 21h30
1- Aprendiz de saltimbanco - Alekos (Colombia)
2- Oficina de contos mínimos - Enrique Paez(Espanha)
3- Os segredos dos contadores de histórias - Beatriz Montero (Espanha)
4- Tamoin, um contador de história - Luis Carlos Ribeiro/MT
5- Histórias na sala de aula -  Geeta Ramanujam (Índia ). Será ministrada em inglês.


 30/07 (sexta-feira)
14h30 às 17h30
1- Aprendiz de saltimbanco - Alekos (Colombia)
2- Oficina de contos mínimos - Enrique Paez(Espanha)
3- Os segredos dos contadores de história - Beatriz Montero (Espanha)
4- Tamoin, um contador de histórias - Luis Carlos Ribeiro/MT
5- Histórias na sala de aula- Geeta Ramanujam (Índia). Será ministrada em inglês.


18h30 às 21h30
1- A narração de histórias e suas implicações pedagógicas - Sergio Bello/SC 
2- Tecendo sons, criando histórias – vivências sonoras para narração - Adriana Milet/PE
3- A magia da tradição oral: a palavra na boca do contador de histórias - Goreth Albuquerque e Tâmara Costa/CE
4- Para contar melhor - Alicia Barberis(Argentina)
5- Escrevendo imagens, contando histórias – processos e vivências na criação e narração - Luciano Pontes/PE


Veja a programação completa aqui.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Simpósio Internacional de Contadores de Histórias 2009




Fomos recebidos por artistas do Centro Teatral Etc e Tal. No palco, ao som de violino , encenaram A onipotência do Sonho, lindo demais. Priscila Camargo contou A princesa que foi educada como homem, um conto indiano que pode ser encontrado em O Violino Cigano e outros contos de mulheres sábias de Regina Machado. O espetáculo Histórias de griots, conteurs e narradores, dirigido por Cláudio Mendes, alternava histórias contadas por Boniface Ofogo, Daniele Ramalho e Jean Michel Hernandez com percussão do também contador Carlinhos Ferreira. Foi uma maravilha cuja grandiosidade não posso narrar, é preciso viver!
É possível ter uma noção do que foi debatido nas mesas temáticas acompanhando o blogue Ponto do Conto! da Eliana Ribeiro.
Gostaria de ter participado de todas as oficinas, mas só podíamos escolher quatro. Foram ótimas.
Não pude ir à Maratona de Contos. O corpo reclamava!
Bom mesmo seria se eu pudesse ter gravado tudo em vídeo!

sábado, 1 de agosto de 2009

Palavras de Griots, Conteurs e Narradores


Participei do Simpósio Internacional de Contadores de Histórias em 2007 e foi uma experiência marcante.
Sou uma leitora voraz e entendo que ler e contar podem até ser atividades distintas, mas perfeitamente complementares. O contador de histórias urbano pode contar uma história e apresentar o livro.
O Simpósio 2009- Histórias sem Fronteiras: Palavras de griots, conteurs e narradores faz parte da programação oficial do Ano da França no Brasil e valoriza a arte de contar histórias. O evento tem programação gratuita e acontece de 6 a 9 de agosto no Espaço SESC e Centro de Tradições Nordestinas.
Há mesas temáticas, espetáculos, oficinas, maratonas de contos e a turnê pelo país de um espetáculo de histórias (Francês/Português) com Jean Michel Hernandez (França), Boniface Ofogo (Camarões), Daniele Ramalho (Brasil) e o músico Carlinhos Ferreira. Outra convidada é Muriel Bloch (França) e vários contadores do nosso país. Na prosa de abertura, Priscila Camargo. O filme O jantar dos malas do diretor francês Francis Verber vai ser exibido e comentado pelo escritor Leo Cunha. Celso Sisto apresenta a oficina Colocar a história de pé. Que histórias contar no mundo de hoje? é a oficina de Muriel Bloch. E tantas outras.
Visite o site www.simposiodecontadores.com.br e faça sua inscrição para as oficinas.
Seja um seguidor do evento no https://twitter.com/simposioconta
Maiores informações:Tels: (21) 9828-0767 / 3904-2210

domingo, 23 de setembro de 2007

Simpósio Internacional de Contadores de Histórias II



Ainda ouço os acordes do Grupo Gesta e lembro-me dos trechos de A Pedra do Reino de Ariano Suassuna lidos por Daniele Ramalho. Ponto para o marimbau, instrumento de percussão criado por um dos integrantes.



William Ospina atento aos debatedores Regina Machado, Marcio Vassalo e Pedro Mario López Delgado. Com a apresentação da escritora e contadora de histórias Regina Machado conheci algo mais sobre os griôs e estou certa de que a tradição oral não está superada. Então, busco comover leitores, lendo e contando histórias em voz alta e, como eles, peço "emprestem-me as suas orelhas". Regina lê para "cada criança", a proximidade é necessária para a experiência de encantamento. A tradição oral é uma "constelação de imagens" que, muito além do texto, está no coração do leitor/ouvinte. O conto oral é um passeio sobre o mundo das possibilidades e o caminho adequado para formar leitores porque...
Há um outro jeito de compreender que é achar bonito (Clarice Lispector)

O escritor Márcio Vassalo, autor do livro O Príncipe Sem Sonhos, e profundo conhecedor de Mário Quintana, concorda com William Ospina: "a humanidade prefere a ficção, o fantástico". A capacidade de criar sentidos novos com as palavras e um novo mundo através de uma nova linguagem é um mistério, pois...
O fato é o aspecto secundário da realidade.
Mário Quintana

O contador clássico, ator e docente universitário Pedro Mario López Delgado, cubano e radicado em Cali, Colômbia, considera necessário "o contato com a palavra oral. Na escola, não se prepara para ouvir a palavra, não se permite falar. Atualmente, fala-se com monossílabos e o mundo é solidão." Quem assistiu à sua oficina, A Conexão Criativa Interdisciplinar, ficou maravilhado com o trabalho que ele coordena na Área Artística e Cultural da Universidade San Buenaventura.

Ainda há muito o que escrever sobre o Simpósio, o que demanda tempo. Por enquanto, "emprestem-me seus olhos". Pretendo ser Griô do Século XXI!Continuo em breve.
Estou cansada e feliz com os três dias de Bienal. Muitas compras e poucas palestras. Pensei em acampar por lá. Até...

domingo, 2 de setembro de 2007

Simpósio Internacional de Contadores de Histórias I




"...un libro es como una partitura, una serie de signos sobre un fondo blanco, y somos nosotros los que ponemos la música."


William Ospina




A partir de hoje, as imagens publicadas não me pertencem, mas a magia e a emoção do momento... Ah, isso ninguém me tira! Tantos impedimentos! Eu estava lá e compartilho, a partir de hoje, textos, livros, comentários, impressões e anotações pessoais.

O escritor, jornalista, poeta, ensaísta, tradutor e pensador colombiano William Ospina abriu a conferência com A Cidade dos Livros. Ele já publicou diversos livros e teve sua novela, Úrsua, indicada como o livro mais importante do ano pelo mestre Gabriel Garcia Márquez.


Participaram da mesa de debates: Marcio Vassallo, Pedro Mario Lopez Delgado e Regina Machado. A mediadora foi Bianca Ramoneda.




A Cidade dos Livros

"Desde a conquista da escrita, poucas coisas modificaram tanto quanto nossa maneira viver, como a popularização dos livros. Na sociedade de consumo a indústria colocou nas mãos de todo o cidadão da classe média, confortos comparáveis somente a que tiveram os imperadores na antiguidade. E é verdade que os automóveis, a refrigeração para os alimentos, os meios de comunicação, a avalanche de informação, os sistemas da provisão de bens ao consumidor, o projeto industrial e o conforto são vantagens notáveis para aqueles que podem ter acesso a elas. Mas poucas coisas foram tão radicalmente inovadoras como ter-se evoluído das bibliotecas medievais restritas, nas quais tinha-se que reter o conhecimento na memória (o livro não podia ser tirado de lá), a menos que fosse o bispo ou o abade, à biblioteca pessoal ou à biblioteca pública próxima e acessível."

William Ospina
Para ler tudo acesse o Blog do Galeno aqui.






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