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domingo, 9 de junho de 2013

Conchas



CONCHAS
Hermes Bernardi Jr.
Edelbra



Cresci com cheiro de maresia em praia de águas mansas. Achava que podia pescar peixinhos com as mãos. Colecionava conchinhas. Medrosa, aprendi a boiar. Nadar, não, porque mar é para se respeitar, ouvia de mamãe criada em águas de rio e mar. Um dia soube que ele havia levado um certo menino valente com nome de profeta.
Do eloquente Hermes, mensageiro da palavra e guia dos vivos rumo ao mundo dos sonhos, descobri por que guardava meus segredos e histórias em caixas. Agora, passo a amar as conchas com meus olhos ainda úmidos de maresia através de suas palavras sensivelmente construídas. Debruço-me sobre seus papéis rasgados e transformados em pura Arte.  Literatura e Arte se complementam em CONCHAS, sua primeira história de personagem feminina,  a Valentina, filha de pescadores e ouvidora das histórias contadas pelas conchas.  Menina de valentias e medos com seu “ jeito de viver inventado numa primeira água do pensamento”. No movimento das ondas, conheceu Diogo, menino medroso da cidade que veio morar fechado entre janelas e portas de um prédio contruído onde havia uma palmeira. E este menino bobo soube mostrar-se corajoso e delicado para entender a dor da amiga e salvá-la do Rei do Mar.
Ponho minhas mãos em concha e escuto o suave murmurar das águas cristalinas da minha ilha. Apuro os sentidos e ouço histórias de minha infância. Recupero a memória e começo a escrever as minhas histórias. Suspiro aliviada na marola  da palavra.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Quem quer brincar comigo?


Quem quer brincar comigo?
Escritor: Tino Freitas
Ilustrador: Ivan Zigg
Editora: Abacatte










Imaginem se vou recusar uma proposta  desta  dupla fantástica! Falo de Tino Freitas, parceiro de leituras, e Ivan Zigg.
Com um projeto gráfico incrível, o livro se desdobra para contar a história de uma menina que toda tarde recebe uma visita esquisita para brincar. É um conto cumulativo ou "uma história de nunca mais acabar", um convite à brincadeira e à imaginação, além de  desenvolver a oralidade e a criatividade do pequeno leitor. 
Deem uma espiada no vídeo de lançamento.




Caixinha de Música



Caixinha de Música
Ed. Manati
Ilustrações: Sérgio Magalhães









Sinopse:
'Caixinha de Música' se insere na melhor genealogia da poesia para crianças no Brasil, na linha de obras-primas como 'Ou isto ou aquilo', de Cecília Meireles, ou dos 'Poemas Infantis', de Vinícius de Moraes. O livro é repleto de metáforas, humor e musicalidade. A música guardada na 'caixinha' nada mais é do que a essência da poesia, percepção rítmica e melódica.

O Livro-Concerto Caixinha de Música é um Concerto interativo. Guga Murray com seu violão, constrói  junto com a platéia instalações musicais e canções. E os poemas do livro Caixinha de Música, em parceria com a poeta Roseana Murray, projetados numa tela, vão se desdobrando,  adquirindo novas formas e leituras e como pássaros, voam junto com o público. Confira aqui.

Um bom livro inspira outro texto. Leia meu poeminha feito para homenagear a poeta.

Caixinha de Música

Caixinha de música transporta magia
Embala sonhos de menina.
Bailarina a rodar
até a canção terminar.
Entro e fecho a tampa.
Durmo escondida.
Ouço as notas marcadas
Vejo a dança encantada.
Rodo, danço, canto.
O baile vai começar.
Não quero acordar.

Fátima Campilho

Poesia e Arte

Estou voltando para casa!
Minha experiência no Facebook tem sido boa e gratificante. A troca de informações e leituras é rápida. Entretanto, o registro fica perdido no emaranhado de posts.
Resolvi recomeçar.
Vamos lá?

Comecemos com Poemas de Manoel de Barros
Desenhos de Evandro Salles. Vídeo integrante da exposição "Arte para Crianças".


domingo, 12 de maio de 2013

MÃE



Mãe


Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.

Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.

Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.

Cora Coralina

Um feliz e amoroso Dia das Mães!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Agora eu sei...


     Foi assim de pertinho que vi, ouvi contar histórias e conversei brevemente com Moacyr Scliar no ano passado na Feira do Livro de Porto Alegre.
     Agora eu sei que fui para conhecer e me despedir desse grande escritor e contador de histórias.
     Sua sensibilidade e luz brilham na casa do Pai.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Para onde vão os dias que passam?


Anna Cláudia Ramos está comemorando sua maioridade literária e convida para o relançamento de Para onde vão os dias que passam? agora pela Escrita Fina com ilustrações de Martha Werneck. A primeira edição é de 1992 e era ilustrada por Rui de Oliveira. Lembram?




terça-feira, 5 de outubro de 2010

Eis os vencedores do Jabuti!


      O resultado saiu na sexta-feira e eis alguns dos vencedores do 52ºPrêmio Jabuti naquelas categorias que mais aprecio:

      Literatura infantil:
      1º Os herdeiros do lobo de Nelson Cruz
      2º Carvoeirinhos de Roger Mello
      3º A visita dos dez monstrinhos de Angela-Lago

      Literatura Juvenil:
      1º Avó Dezanove e o segredo do soviético de Ondjaki
      2º Marginal à esquerda de Angela-Lago
      3º Sofia e outros contos de LuizVilela

      Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil:
      1º Já Já A história de uma árvore apressada de Paulo Rea
      2º O Lobo de Elisabeth Teixeira e Marginal à esquerda de Angela-Lago
      3º O tamanho da gente de Manuel Veiga e O passarinho que não queria ser cantor de Luiz Maia
    
      Romance:
      1º Se eu fechar os olhos agora de Edney Silvestre

      Poesia:
      1º Passageira em Trânsito de Marina Colasanti

      Contos e Crônicas:
      1º  Eu perguntei pro velho se ele queria morrer (e outras histórias de amor) de José Rezende Jr.
  
      Os demais podem ser conferidos no site da CBL aqui.
      Sugiro que acessem os links dos títulos. Além das sinopses, há editoras que disponibilizam download de trechos dos livros.
      A partir de 5 de outubro, você pode participar do voto popular para o livro do ano de ficção e de não-ficção e concorrer à coleção dos livros do Prêmio Jabuti!
     Relembro com emoção da edição de 50 anos, quando Ignácio Loyola Brandão venceu com O menino que vendia palavras, um livro infantil.
     

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Livros infantis são poderosos e perigosos"


      Em entrevista publicada pelo Caderno Ilustríssima, o crítico literário Peter Hunt, autor de Crítica, Teoria e Literatura Infantil, lançado  pela Cosac Naify, analisa a explosão do livro para crianças no século XX e problematiza outras questões.
Leia o trecho:
 “...as pessoas estão começando a entender que livros infantis são diferentes de livros adultos e não podem e não deveriam ser julgados segundo os mesmos critérios e ideias. Além disso, livros infantis são poderosos e perigosos, sobretudo porque a ideia de um "cânone", de que alguns livros são "melhores" que outros e que os livros para crianças não são tão bons quanto os clássicos adultos, está desaparecendo.” 


       
 Sobre o futuro do gênero, publicada no Estadão, ele afirma que 
as novas mídias eletrônicas não estão apenas alterando o modo como se conta uma história, mas a própria natureza da história. A internet pode não ter ainda encontrado seu equivalente do romance, contudo alterou drasticamente o modo de leitura das crianças - um tanto fragmentado, cubista, associativo. Antes, só havia a tradição oral e a linguagem escrita. Hoje existe a hipermídia, esse monstro híbrido que subverte a estrutura narrativa.





                                                  

                                                   A boa notícia é que fui sorteada com este livro pelo blog Resumo do Cenário! Peter O'Sagae divulgou o livro e lançou o sorteio neste post. São dez anos do Dobras da Leitura e resolvi participar. Conhecia o livro e só não tinha adquirido porque a minha pilha de teóricos é enorme.  Falta tempo para eles. A vontade era tanta que deu certo. Veja o resultado aqui.

                                                           Ganhei!!! Oba!!!






segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Prêmio Barco a Vapor 2010



      Stella Maris Rezende foi a vencedora da sexta edição do Prêmio Barco a Vapor com o texto A Menina Guardiã dos Segredos de Família.
     Tive a satisfação de ouvi-la na Flipinha 2010 (é a primeira à direita de sua tela) porque é uma "contadeira de histórias" de primeira! É professora, cantora, atriz e escritora. Seu livro mais conhecido é O Último dia de brincar, vencedor do Prêmio Nacional de Literatura Infantil João-de-Barro em 1986 e está entre os melhores livros de Literatura Infantil do Século XX, Programa Nacional Biblioteca na Escola/FNDE/MEC.
      Soube da premiação lendo o essencial Resumo do Cenário.
     Assista ao discurso  da escritora Stella Maris Rezende ao receber o troféu de vencedora da sexta edição do Prêmio Barco a Vapor, Edições SM, no Itaú Cultural, centro de São Paulo.


     





      Vale a pena ver também o vídeo sobre o prêmio no Brasil com depoimentos de vários escritores.





quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Se os tubarões fossem homens




"Se os tubarões fossem homens, perguntou ao senhor K. a filha de sua senhoria, eles seriam mais amáveis com os peixinhos? Certamente, disse ele. Se os tubarões fossem homens, construiriam no mar grandes gaiolas para os peixes pequenos, com todo tipo de alimento, tanto animal quanto vegetal. Cuidariam para que as gaiolas tivessem sempre água fresca e tomariam toda espécie de medidas sanitárias.

Se, por exemplo, um peixinho ferisse a barbatana, lhe fariam imediatamente um curativo, para que não morresse antes do tempo. Para que os peixinhos não ficassem melancólicos, haveria grandes festas aquáticas de vez em quando, pois os peixinhos alegres tem melhor sabor do que os tristes. Naturalmente haveria também escolas nas gaiolas. Nessas escolas os peixinhos aprenderiam como nadar para a goela dos tubarões. Precisariam saber geografia, por exemplo, para localizar os grandes tubarões que vagueiam descansadamente pelo mar. O mais importante seria, naturalmente, a formação moral dos peixinhos. Eles seriam informados de que nada existe de mais belo e mais sublime do que um peixinho que se sacrifica contente, e que todos deveriam crer nos tubarões, sobretudo quando dissessem que cuidam de sua felicidade futura. Os peixinhos saberiam que este futuro só estaria assegurado se estudassem docilmente. Acima de tudo, os peixinhos deveriam evitar toda inclinação baixa, materialista, egoísta e marxista, e avisar imediatamente os tubarões, se um deles mostrasse tais tendências. Se os tubarões fossem homens, naturalmente fariam guerras entre si, para conquistar gaiolas e peixinhos estrangeiros. Nessas guerras eles fariam lutar os seus peixinhos, e lhes ensinariam que há uma enorme diferença entre eles e os peixinhos dos outros tubarões. Os peixinhos, iriam proclamar, são notoriamente mudos, mas silenciam em línguas diferentes, e por isso não podem se entender. Cada peixinho que na guerra matasse alguns outros, inimigos, que silenciam em outra língua, seria condecorado com uma pequena medalha de argaço e receberia um título de herói. Se os tubarões fossem homens, naturalmente haveria também arte entre eles. Haveria belos quadros, representando os dentes dos tubarões em cores soberbas, e suas goelas como jardim que se brinca deliciosamente. Os teatros do fundo do mar mostrariam valorosos peixinhos nadando com entusiasmo para as gargantas dos tubarões, e a música seria tão bela, que seus acordes todos os peixinhos, como orquestra na frente, sonhando, embalados, nos pensamentos mais doces, se precipitariam nas gargantas dos tubarões. Também não faltaria uma religião, se os tubarões fossem homens. Ela ensinaria que a verdadeira vida dos peixinhos começa apenas na barriga dos tubarões. Além disso, se os tubarões fossem homens também acabaria a idéia de que os peixinhos são iguais entre si. Alguns deles se tornariam funcionários e seriam colocados acima dos outros. Aqueles ligeiramente maiores poderiam inclusive comer os menores. Isso seria agradável para os tubarões, pois eles teriam com maior freqüência, bocados maiores para comer. E os peixinhos maiores detentores de cargos, cuidariam da ordem entre os peixinhos, tornando-se professores, oficiais, construtores de gaiolas, etc. Em suma, haveria uma civilização no mar, se os tubarões fossem homens."

Bertold Bretch

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Fernando Pessoa "Olhar interior"



Projeto realizado na Oficina de Fotofilmes de 2010, no MIS - Museu da Imagem e do Som - Campinas / São Paulo / Brasil
Um filme de:
Joaquim Andrade
Diego Braga Ferreira
Maurício Nascimento

Dica de Carla Betioli em blogs_educativos.

sábado, 19 de junho de 2010

Saramago para crianças!

A maior flor do mundo
José Saramago
 Il. João Caetano
Cia das Letrinhas




“E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”
José Saramago


Ontem, durante o 12º Seminário FNLIJ de Literatura Infantil e Juvenil, recebemos de Beth Serra a notícia. Lembrei-me de A maior flor do mundo lida e guardada à espera da visita do autor ao Brasil. 
Um metatexto, isto é, Saramago em A maior flor do mundo  avança em níveis : a produção do texto, sua recepção pelo leitor e a história em si. Uma história dentro de uma história. Uma reflexão sobre o texto literário para crianças no próprio texto. Uma obra-prima.

" As histórias para crianças devem ser escritas com palavras muito simples, porque as crianças, sendo pequenas, sabem poucas palavras e não gostam de usá-las complicadas. Quem me dera saber escrever essas histórias, mas nunca fui capaz de aprender, e tenho pena..."

A História de uma flor, por José Saramago, deve ser lida para mais informações sobre esse livro revelador escrito sob encomenda. 
Para quem ainda não sentiu o prazer e o encanto de ler o livro, quem sabe ao ver o vídeo se anime!






A Flor Máis Grande do Mundo (José Saramago)
Relato para niños (y adultos) escrito y narrado por José Saramago. Un corto colmado de símbolos y enigmas, destinado a una infancia que crece en un mundo quebrado por el individualismo, la desesperanza y la falta de ideales. Cortometraje de animación intervalométrica combinada con dos dimensiones.

Pode ainda assistir à reportagem sobre o curta dirigido por Juan Pablo Echeverry aqui e ...

"Quem sabe se um dia virei a ler outra vez a história, escrita por ti que me lês, mas muito mais bonita?..."

Decerto, Saramago!











domingo, 13 de junho de 2010

Deslembrar!

Deslembrar
Luciano Pontes
Il. Rosinha
Larousse Júnior

O título já havia me conquistado: Deslembrar!
Conversei ontem com Luciano Pontes que hoje lança o livro no Espaço FNLIJ de Leitura às 17h.

Sinopse:

Trazer à memória, fazer recordar, rememorar, ter lembrança... Tudo isso. 

A personagem deste livro - uma menina Lembrança - nos aparece alegre e triste, guardando coisas, sentimentos e sensações e nos deixando melhores a cada dia, a cada momento.

O que será que ela tem para nos contar? 






Luciano Pontes faz teatro, conta histórias, é palhaço e  escritor.

A inspiração para o livro Deslembrar aconteceu durante uma visita ao Hospital Barão de Lucena, no Recife. Luciano trabalha como "besteirologista" em um grupo que leva riso e humor a crianças internadas. E foi uma paciente que disse deslembrar. Pois o autor usou com muito carinho e tomou por empréstimo a palavra para contar a história de Lembrança, menina que "tudo sabia, tudo memorava".

Saiba mais: Hoje em Dia.

Ufa! Meu centésimo seguidor!!!

Nossa! Pensei que ainda fosse demorar. Bem sei que sou uma professora-blogueira que não atualiza este blog como gostaria por me envolver em inúmeros projetos e me desesperar ao pensar: "Será que vou dar conta?"
Já tinha decidido que meu centésimo seguidor iria ganhar um livro entre os premiados pela FNLIJ 2010. Se fosse professor, seria  um teórico, se não fosse, um de literatura. Guardei segredo até para os amigos. Curioso é que não havia percebido que minha amiga-parceira-professora Ana Miranda não era minha seguidora, talvez porque não tenha blog, sei lá, sou distraída demais para ficar reparando em detalhes. Acredite se quiser!
O livro-presente é O Professor e a Literatura para pequenos, médios e grandes de Ligia Cademartori, Editora Autêntica, prêmio FNLIJ 2010 - produção 2009 na categoria teórico.

Sinopse:
Felizmente, este livro é a obra que nunca tivemos e sempre esperamos sobre literatura na escola, sobre as relações do professor com a literatura, sobre as relações entre professor e alunos com a mediação da literatura.
Magda Soares
A série Conversas com o Professor nasceu de um projeto antigo: facilitar ao professor do Ensino Fundamental o acesso ao conhecimento produzido pela Academia numa linguagem não acadêmica, sem sofisticações teóricas, que levasse em conta a vivência  e a experiência desse profissional. Com este O professor e a literatura, acreditamos ter dado o primeiro passo nesse sentido: trata-se de um livro que realmente pode dar suporte ao trabalho em sala de aula, sem ignorar a bagagem que o professor traz consigo; um livro que não dá receitas, mas aponta para múltiplos caminhos e promove reflexão, questionamento, ampliação e enriquecimento sobre e dessa bagagem; um livro que instiga, que provoca, que seduz; convite a uma conversa – uma troca – fluente e acolhedora, fruto da grande experiência e da enorme sensibilidade da autora.
Saiba mais sobre a autora, ficha técnica do livro e outros depoimentos aqui.



sábado, 12 de junho de 2010

Outro dia de Salão FNLIJ do Livro


Hoje à tarde, uma visita bem rápida para acompanhar lançamentos e rever os amigos.
Perfomance dos ilustradores Rosinha e Ivan Zigg no Espaço Petrobrás. Rosinha havia lançado pela manhã Moura-torta e Mata-sete, Scipione. Feliz da vida com os ilustradores Elma e André Neves! André lança amanhã Obax, Ed. Brinque Book, e Margarida, Ed. Lê. Hermes Bernardi Jr. autor e ilustrador de Dez casas e um poste que Pedro fez, ed. Projeto, e Marisa Borba, votante da FNLIJ. Socorro Acioli apresentou A Bailarina Fantasma, Ed. Biruta e acompanhei mais um lançamento de Nilma Lacerda, Sortes de Villamor, Ed Scipione. Ainda encontrei Cléo Busatto que lança amanhã O florista e a gata, também da Ed. Biruta, e Lenice Gomes, autora de A menina que bordava bilhetes, Ed. Cortez.
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Ah, Ziraldo, Ana Maria Machado e Walcyr Carrasco também estavam lá!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Salão FNLIJ do Livro


Mais algumas imagens do Salão FNLIJ do Livro,  ainda testando o brinquedinho novo!
Graça Lima apresentando Duula, a mulher canibal na palestra para professores. Ondjaki recebendo o prêmio de melhor livro de literatura em Língua Portuguesa para AvóDezanove e o segredo do soviético. Os ilustradores Maurício Veneza e Rosinha no novo espaço com telão. Marcelo Xavier e as belas ilustrações tridimensionais de Meu amigo mais antigo. Fábio Sombra à espera do lançamento de João valente. Nilma Lacerda apresentando para alunos da rede municipal O arminho dorme, melhor tradução/adaptação para jovem. Ilan Benman divertindo as crianças com suas histórias e lançando Maria, a perguntadeira.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Lançamentos de Flávia Côrtes

Por quê? Por quê? Por quê?
Flávia Côrtes
Il. Sandra Ronca
Zit


“Vai ter um dia que toda criança vai nascer sabendo que tem pergunta que não adianta fazer pra gente grande. Até lá, enquanto não se cansa de ficar sem receber resposta, teima, espera, sonha com muitos e muitos porquês. E olha que o porquê não é só um; são muitos, tem ainda o por que, o por quê e o porque. Este último parece mais esperto porque é o porquê que responde.

Mas, quando a gente olha direito, saca o truque: tem resposta que não responde e esse porque nem sempre diz o porquê. Daí, coitada da criança... fica fazendo pergunta que gente grande já não faz mais, já desistiu de fazer.
O livro da Flávia é a fala dessa criança. Que não se enche da vida, mesmo sem saber porquê.”


(Luiz Antonio Aguiar0


Deu tatu no meu quintal
Flávia Côrtes
Il. Anielizabeth
Ed. Cortez



Criança é curiosa por natureza. Mas será que filhote de Tatu também é? Ah! Pode apostar que sim!


Tente imaginar o que poderá acontecer quando um menino curioso levado da breca encontra um tatu curioso pra lá de sapeca. Só que esse tatu não é um tatu qualquer, é um Tatu-bola. Então, imagine só o que vai acontecer quando o menino der de cara com esse tatu...
Flávia Côrtes e Anielizabeth encontraram um jeito muito gostoso e divertido de contar a história desse encontro. Até o jeito de ler este livro é diferente. Vamos conhecer a parte de cima da Terra ( onde mora o menino) e a parte de baixo (onde mora o tatu) e descobrir como eles vivem e se divertem.
Você não vai querer ficar de fora dessa história, não é mesmo?
( Anna Claudia Ramos).

Conheça o blog da escritora aqui.




segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dez Patinhos

Dez Patinhos
Graça Lima
Companhia das Letrinhas



Escrito e ilustrado pela premiada artista Graça Lima, este livro conta as estripulias de dez patinhos irmãos que não param quietos. A cada dupla de páginas um deles se distrai com alguma coisa e sai de cena. De subtração em subtração, as crianças acompanham o caminho decrescente dos dez primeiros algarismos, em situações divertidas e cheias de movimento.
Escrito em versos curtos e de rima simples, Dez patinhos se destina tanto às crianças pequenas, que acompanham a leitura feita pelos pais observando as coloridas ilustrações, quanto àquelas que estão aprendendo a contar.

Veja mais aqui.




Um blog secreto!

Isso é pra ficar entre nós
Sandra Pina
Ed. Mundo Mirim


Este é o blog secreto de cinco amigas inseparáveis. Aqui elas revelam todas as suas aventuras, paixões e dúvidas (e também os micos). Só que uma menina some do nada e deixa o resto do grupo superpreocupado. Para completar, um intruso invade o blog e cria a maior confusão. Quer saber mais? Garanta seu código de acesso e comece a clicar!

Um blog secreto? Adorei!
Sandra Pina lança esse  livro dia 11 de junho às 10h  no Salão FNLIJ . E ainda, Que dia é hoje? / Um, dois, feijão com arroz, um livro double face, com ilustrações de  Anielizabeth, Ed Zit, dia 19 de junho às 15h. Confira aqui.



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