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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Viagens literárias

Sumida? Nada disso. Ando fazendo o que mais gosto: lendo muito.
Descobri no Twitter uma boa fonte de pesquisa para minhas viagens literárias e digitais, apenas com a diferença de que estas últimas deixo sempre para depois. Ainda me perguntam se não tenho o que fazer. Imagine! Ainda leio Quase memória de Carlos Heitor Cony, um texto delicioso, leve, divertido, tocante, e Flores de Mário Belattin que exige leitura atenta e profunda, nada parecido com o que tinha lido antes. Fora os inúmeros infanto-juvenis lidos diariamente em casa ou na escola. Os três últimos foram adquiridos na Primavera dos Livros: O menino que sonhava transformar o mundo de Rogério Andrade Barbosa, a história de Che para crianças com ilustrações de Salmo Dansa; Neguinho aí de Luis Pimentel e ilustras de Victor Tavares, história em versos de uma criança que representa todas as outras rejeitadas, negras ou não; e Diário de um apaixonado: sintomas de um bem incurável de Fabrício Carpinejar , ilustrado por Rodrigo Rosa, bom para todos porque apaixonado não tem idade.
Então, vem a parte mais trabalhosa, aquela que impede publicação rápida, ficar procurando imagens, links para “enfeitar” o post. Acabo desistindo ou deixando para depois.
O destaque de hoje é o vídeo do Entrelinhas, a entrevista que Antonio Skármeta , autor do livro O carteiro e o poeta, concedeu ao programa. Falou o que eu queria ouvir sobre o prazer de ler para pôr um ponto na mania que muita gente tem de querer encontrar crítica social em toda obra literária.

Um comentário:

Profe Suely disse...

Oi, Fátima!!!

Que bom passar aqui e encontrar dicas tão interessantes!!!

Já vou encomendar a história do Che para crianças!!!

Li, há pouco, a biografia de Che em quadrinhos, escrita pelo argentino Héctor Oesterheld e desenhada pelo uruguaio Alberto Breccia : muito emocionante - a obra e a história do autor e de sua família!!! O que a ditadura é capaz de fazer!!!

Abraços!!!

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